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terça-feira, 19 de agosto de 2014

Sobre barracas

Encontrei esse antigo texto que escreví em 2002, aproveitei e dei uma revisada, aí vai:

Seja para alta montanha ou para um camping na praia, elas estão sempre presentes nos abrigando das tempestades ou do sol escaldante. Nos dias de chuva contínua uma boa barraca é a garantia de equipamentos secos e noites bem dormidas. Neste artigo tentamos fornecer alguns detalhes e informações que poderão ajudar na hora da escolha da barraca ideal.


Modelos:

Vários são os modelos de barracas que encontramos no mercado, cada qual com seus pontos fortes e fracos, cabe a cada um escolher aquele que melhor lhe atenda. Abaixo separamos alguns modelos mais indicados para excursionismo.

Canadense:

Barraca em formato triangular, têm pouco espaço interno se comparada com os outros modelos além de ser muito pesada devido a sua armação que geralmente é feita de aço. Foi muito utilizada antigamente mas atualmente está sendo substituída pela barraca iglu.


Iglu:

Bem conhecido hoje em dia, este modelo em formato de iglu é constituído basicamente por duas varetas que se cruzam e que mantém a barraca armada mesmo ser estar especada, também têm boa resistência ao vento e não é tão pesada quanto as barracas canadenses.

Tubular:

Barraca em formato de túnel, bastante resistente ao vento e leve devido sua estrutura ser composta apenas de varetas curvadas, possuí bom espaço interno. Diferentes das barracas Iglu as tubulares tem que ser especadas para que fiquem armadas.





Geodésica:

Barraca semelhante a Iglu mas com a disposição das varetas diferente para melhorar a resistência aos fortes ventos de montanha, normalmente são compostas de três varetas ou mais de alumínio 7075.


Armação por Polos:

Este modelo não muito difundido aqui no Brasil é constituído basicamente por um teto de nylon que é sustentado por bastões de caminhada ou amarrado em árvores, alguns modelos possuem um piso opcional que pode ser adquirido separadamente. Ótimo para quem procura proteção e leveza. Este modelo é comercializado no Brasil pela Black Diamond.


Condensação:

Este fenômeno acontece em quase todos os tipos de barracas, da mesma forma que acontece no banheiro quando tomamos banho quente e o vapor se condensa ao encontrar o azulejo frio acontece com a nossa respiração e com a transpiração do corpo que aquecem o ar no interior da barraca e o mesmo ao encontrar a superfície gelada do nylon se condensa. O problema da condensação é onde ela ocorre, nas barracas com sobre-teto total a condensação ocorre no sobre-teto escorrendo para o chão e não para o interior da barraca, diferente das barracas sem sobre-teto onde a condensação acontece no nylon interno e escorre diretamente para o piso da barraca molhando os equipamentos e roupas que ali estiverem.A ventilação também é fator importante pois quanto melhor for a troca de ar menor será a possibilidade de ocorrer condensação.

Características:
Existem algumas características que variam dependendo do modelo de barraca e do fabricante, abaixo estão listadas as principais:

Varetas:
São a estrutura da barraca, geralmente são conectadas internamente por um elástico que facilita na montagem e desmontagem, normalmente são feitas de fibra de vidro oca ou de tubos de alumínio aeronáutico:

Fibra de Vidro:
Mais barata que a de alumínio porém mais pesada e frágil. É indicada para camping convencional onde as condições climáticas não são tão exigentes.·

Alumínio:
Feita de tubo de alumínio extrudado 7075 é mais leve e resistente que a fibra, ideal para situações de ventos fortes, neve e onde o peso faz diferença como em longas caminhadas ou escaladas de alta montanha.

Costuras Seladas:

Garantem a impermeabilidade das costuras e protegem as linhas por mais tempo.





Nylon Rip-Stop:

Trata-se de um tipo de nylon que se por ventura for perfurado impede que o rasgo aumente inutilizando a barraca, utilizado por poucos fabricantes de barracas nacionais.




Barracas sem Sobre-Teto:

As barracas são constituídas pelo corpo e pelo sobre-teto, em algumas barracas o corpo é praticamente todo em nylon impermeável com uma pequena parte de tela na porta e no topo da barraca e o com um pequeno teto de nylon que cobre apenas a parte de tela do topo. Neste modelo a condensação é comum pois a ventilação não é eficiente. Hoje em dia existem alguns fabricantes internacionais que produzem este tipo de barraca com tela apenas na porta, sendo o corpo todo de tecido especial impermeável e respirável eliminando o problema da condensação. A vantagem deste modelo é a leveza devido a pouca quantidade de pano.

Barracas com Sobre-Teto:

Nas barracas que possuem o corpo de tela ou nylon respirável e sobre-teto de nylon impermeável o problema da condensação é quase nulo (podendo ocorrer no piso) pois é criada uma camada de ar entre o sobre-teto e o corpo, melhorando a circulação de ar e também possibilitando que a condensação ocorra no sobre-teto e escorra para o chão e não para o piso da barraca. A distância que o sobre-teto fica do chão faz diferença, quanto maior a distância maior é a ventilação, para climas frios é aconselhável que o sobre-teto fique próximo ao chão mantendo assim o ar quente no interior da barraca.

Coluna d'água:

Hoje em dia alguns fabricantes têm fornecido um valor para a impermeabilização do tecido, esse valor é resultado de um teste em coluna d'água e quanto mais alto mais forte é a impermeabilização, esse valor é especificado em milímetros, por exemplo: 1500mm. Valores entre 1000 e 1500 são suficientes para o clima brasileiro.

Tirantes:

São pontos de reforço laterais que servem para dar mais estabilidade a barraca nos dias de ventania ou em temporais.





Tomadas de ar:


Ajudam na ventilação da barraca e podem ser fechadas se necessário.







Avanço ou Avancê:

Trata-se de uma área útil onde podemos deixar mochilas, botas, materiais de cozinha, etc ou utilizarmos de cozinha em dias de chuva.




Cantos Reforçados:

Os cantos são pontos de grande pressão nas barracas e alguns fabricantes procuram reforçar estas áreas.






Sobre-teto Aluminizado:

Alguns fabricantes costumam tratar o sobre-teto com um pigmento aluminizado para melhorar o isolamento térmico, segundo testes esta pigmentação pode reduzir a temperatura interna em até 7ºC nos dias de sol forte.




Saia:

Atualmente as barracas voltadas para neve vem acompanhadas com uma saia que pode ser enterrada na neve para impedir a ação dos fortes ventos e manter o ar quente no interior da barraca.





Como Transportar sua Barraca:

Geralmente as barracas vêm acompanhadas de uma sacolinha de transporte que é muito útil quando vamos acampar de carro ou quando não vamos nos locomover muito, mas quando surge a necessidade de acondicionarmos a barraca na mochila a sacolinha torna-se dispensável e a barraca pode ser dividida pela mochila. As varetas podem ir no lado de fora da mochila, na posição vertical enfiadas no bolso lateral inferior e presas nas fitas de compactação. O teto e o sobre-teto podem ser colocados no fundo da mochila com os espeques.

Estações:

Na América do Norte eles costumam definir as barracas por três estações ou quatro estações, uma barraca três estações é projetada para ser usada na primavera, verão e outono mas não é suficiente para agüentar uma tempestade de inverno, sendo então necessário uma quatro estações. Lembrando que estas estações estão relacionadas ao clima de lá.

Antes de comprar sua barraca verifique os seguintes fatores:

· Para qual atividade e para quantas pessoas será usada a barraca.
· Qual é o clima do local onde será usada a barraca.
· Peso e volume
· Espaço Interno
· Ventilação · Facilidade para armar

Como Conservar sua Barraca:

· Nunca guarde sua barraca molhada ou úmida, isso pode causar mofo e inutilizar sua barraca.
· Procure não entrar com sapatos ou botas no interior barraca, evitando rasgos e sujeira.
· Procure sempre retirar pedras e galhos do terreno onde será armada a barraca; além do desconforto causado durante a noite podem perfurar o piso da barraca;
· Não utilize chamas dentro da barraca.
· Areia e sujeira podem causar sérios danos nos zíperes, mantenha-os sempre limpos, uma escova de dente é uma boa ajuda na hora da limpeza.
· Apesar de alguns fabricantes utilizarem um tipo de protetor solar nos tecidos a exposição prolongada da barraca ao sol e conseqüentemente aos raios UV altera a cor do tecido e degrada o tratamento impermeabilizante, esse efeito pode ser minimizado armando a barraca em lugares com sombra ou onde não bata sol o dia todo.
· Lave a barraca apenas com água e sabão neutro.


Dicas:

· Caso a barraca seja nova, monte-a em casa antes de ir para o campo evitando problemas inesperados.
· Antes de desmontar a barraca feche os zíperes, isso facilita bastante quando for dobra-la.
· Algumas pessoas têm o hábito de cavar canaletas em volta da barraca para drenagem da água de chuva, esta prática está obsoleta pois degrada o local e traz sérias conseqüências para o terreno.
· Procure um terreno plano, terrenos inclinados causam desconforto durante a noite e podem ser passagem de água em caso de chuva, observe também se não há risco de alagamento.
· Monte a barraca no sentido do vento, isto ajuda a manter a estabilidade da mesma.
· Com o tempo a barraca pode perder um pouco da impermeabilização exigindo que o tecido seja tratado novamente, existem no mercado produtos para esta finalidade tais como NIKWAX, 3M, etc.
· Mantenha a barraca bem esticada evitando que o sobre-teto encoste no corpo e molhe o interior.

Marcelo Ney Wood

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Fazendo seu próprio kit de cozinha para camping





Fazia tempo que estava precisando montar meu equipo de cozinha, sempre que ia para alguma atividade alguém acabava levando o paneleiro e eu optava por levar o fogareiro, a barraca ou outra coisa. Bom, comecei pesquisando o que tinha no mercado e encontrei alguns kits nacionais da Nautika por um preço que achei alto pelo que era oferecido, também existe as opções importadas por um custo alto mas que é compensado pela qualidade.

Optei por fazer o meu próprio kit, a MSR sempre foi uma marca referência pra mim nesse sentido, tenho um fogareiro Internacionale 600 deles desde 1998 e é muito bom, entrei no site deles e dei uma olhada nos kits e ter umas idéias e depois ir dar umas voltas pelos supermercados e lojinhas de R$1,99.

Panelas:

Existem várias opções de material e acabamento, alumínio, inox e titânio.

As de alumínio são as mais fáceis de encontrar e também as mais baratas. As de inox, tem uma durabilidade muito maior pois são mais resistentes porém são um pouco mais pesadas, os kits são importados e a maioria vendidos em lojas de equipamentos para montanha o que torna o custo mais alto que as de alumínio. As de titânio são o mesmo caso do inox no que se refere a onde encontrar e o preço mais alto ainda pois é um material mais leve que o inox com praticamente a mesma resistência mecânica e a corrosão.

Como o objetivo é um kit pra levar na mochila que seja compacto, leve e de baixo custo a opção foi as panelas de alumínio mesmo, fui em uma loja de utilidades domésticas da cidade e encontrei panelas de alumínio por +/- R$8,00. Comprei uma de 1,5l, uma de 1,0l e uma frigideira também, o importante é que testei para ver se elas se encaixavam uma na outra e deu certo. Existem opções com teflon também porem nas medidas que eu queria não tinha na loja, o preço também é um pouco mais alto mas vale a penas pela facilidade de limpar.



A diferença das panelas de cozinha para as de camping é que o as de camping não tem cabo e vem um pegador, as bordas da panela são arredondadas para facilitar o encaixe do pegador. Como o pegador podemos comprar a parte tratei de arrancar os cabos das minhas. Para minha surpresa quando arranquei o cabo da primeira vi que o sistema de fixação do cabo era parecido com um paneleiro que eu vi uma vez então fiz uma adaptação no cabo para dispensar o pegador.



Para soltar o cabo da frigideira foi moleza, bastou utilizar uma chave de fenda pra afrouxar as chapas que prendiam o cabo.



* Os cabos de panela são feitos de um material polímero chamado Baquelite, ele é muito duro e estilhaça quando é quebrado, na hora de tirar os cabos muito cuidado e utilize óculos de proteção.

Utensílios:

Na mesma loja aproveitei para comprar os utensílios como concha, espumadeira, colher p/ arroz e garfo grande. Lógico que não precisa de tudo isso mas como estava barato decidi comprar todos e optar por levar ou não nas atividades. Comprei da marca Plasútil e serrei os cabos para poder guardar tudo na panela.



Copos e Pratos:

Comprei dois pratos plásticos que se ajustam bem no fundo da panela, o copo utilizo o colapsável da marca Seatosummit e cabe dentro da panela junto com os utensílios e talheres.

Recomendo o kit de colapsáveis da Seatosummit pois poupam um bom espaço na mochila.
http://www.azimutantes.com/2011/06/azimutech-colapsaveis-sea-to-summit-x.html

Caneca Térmica:

É um pouco desajeitada e pesada mas para lugares onde dá pra chegar de carro igual a Itatiaia é uma ótima opção. Acho que na 25 de março em SP ou no mercado livre deve encontrar na faixa dos R$20,00.



Talheres:

os talheres também existem várias opções de articulados no mercado mas todos que ví não gostei, ou a faca não corta, ou o garfo é pequeno, etc. Não sei qual é a dificuldade das empresas em produzirem talheres articuláveis igual aos de casa...kkk Optei por fazer os meus também. No supermercado estava em promoção um kit 12 peças da Tramontina por R$9,90. Esse deu um pouco mais de trabalho mas ficou melhor que eu esperava.



Os cabos plásticos dos talheres são feitos num processo de sobre-injeção onde o plástico é injetado por cima do metal, isso faz com que o metal não caia do cabo. Para tirar os metais tive que arrancar material plástico de um dos lados do cabo com uma dessas micro retíficas, o trabalho deve ser feito com cuidado para não danificar muito o cabo que será utilizado para encaixe.



Como a faca é uma lâmina reta e a colher e o garfo são curvos na região de encaixe tenho um cabo para a faca e um para colher/grafo. E se o trabalho for bem feito, depois de montado o talher fica bem firme.




Pegador:



Mesmo com os cabos pretendo comprar um pegador para panelas, é possível encontra nas seguintes lojas:


http://www.emporioaventura.com.br/pegador-de-panelas-aluminio.html

http://lojaequinox.multibits.com.br/camping-caminhada/cozinha/talheres-utensilios/pegador-de-panelas-sister-outdoors.html

http://www.armazemaventura.com.br/camping-montanhismo/cozinha/pegadorpanela.html

Kit Completo:







No final o kit ficou composto pelos seguintes itens:

01 - Panela 1,5 l
01 - Panela 1,0 l
01 - Tampa p/ panela 1,0l
01 - Frigideira
01 - Cabo p/ panelas
01 - Cabo p/ frigideira
02 - Prato plástico
02 - Garfo desmontável
02 - Colher desmontável
02 - Faca de serra desmontável
02 - Cabo p/ talheres
01 - Concha de plástico
01 - Espumadeira de plástico
01 - Colher de plástico p/ arroz
01 - Garfo grande de plástico
01 - Copo colapsável seatosummit

Custo total:

Panelas + frigideira + utensílios: R$26,54
Talheres Tramontina (12 pçs): R$9,90
Pratos plásticos: R$8,00
Caneca Térmica: R$15,00 (comprei no Chile mas aqui no Brasil deve estar nessa faixa tb)

Peso:

* Vou ficar devendo o peso total mas assim que eu passar perto de uma padaria eu peço pra pesar e atualizo o post.

Kit para Lavar Louças:

Aproveitando fiz também o kit de limpeza que é composto por 1/3 de uma esponja Scotch-Brite, um pano perfex e um potinho com detergente biodegradável.



Lavando a louça:

É muito comum ver as pessoas lavando a louça em riachos, esse procedimento é ERRADO. O correto é, se tiver restos de comida enterra-los, pegarmos um pouco d'água e nos afastarmos no mínimo 50m da fonte de água, ensaboar a louça com o mínimo possível de sabão e enxaguarmos bem. No local em que for enxaguar procure não deixar resíduos aparentes tais como restos de sabão, etc...

Acessórios:

Cada um acrescenta itens aos seus kit conforme seu gosto, eu utilizo um cantil dromedário da MSR que quebra um galho na hora de lavar louças e cozinhar.

Outro item na mesma linha e muito útil é o balde dobrável da Sea to Summit: http://www.azimutantes.com/2011/09/azimutech-balde-dobravel-folding-bucket.html

Outra coisa que eu levo quando possível é uma coqueteleira da probiótica pra fazer leite em pó ou suco.



E você, tem alguma sugestão?

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

AzimuTECH - Balde Dobrável Folding Bucket


Vou aqui expor meus comentários acerca de alguns equipamentos novos que tive a oportunidade de usar, começando pelo Folding Bucket. Na minha opinião o equipamento não precisa ser só bonito, bem desenhado, leve, compacto mas ele tem também que ser útil, tem que "aliviar o lado" do montanhista e é exatamente isso que esse baldinho da Sea To Summit faz se devidamente utilizado.



São duas versões, de 10 e de 20 litros pesando respectivamente 80 e 110 gramas.

No último acampamento  no Parque Estadual dos 3 Picos utilizamos esse aparato bastante e tomei a liberdade de fazer um filminho (postado logo abaixo) onde dá pra se perceber a utilidade que esse tipo de equipo proporciona.



Veja como dobrar o balde:

Folding the Leave No Trace Folding Bucket from Sea to Summit on Vimeo.



Onde encontrar:

www.casadepedra.com.br
www.adventura.com.br
www.penatrilha.com.br
www.packandtrack.com.br
www.lojasmundoterra.com.br
www.bivak.com.br

Para mais informações:

www.seatosummit.com.br

quarta-feira, 29 de junho de 2011

AzimuTECH: Colapsáveis Sea to Summit - X-Series



Na última viagem que fizemos tive a oportunidade de testar a linha de colapsáveis da Sea to Summit e gostei muito, alias o pessoal que viu também gostou.



O produto não deixa gosto no alimento e também não têm cheiro além de ser muito fácil de limpar e guardar.

Pratos e copos são peças chatas de organizar na hora de arrumar a mochila, ocupam volume e não se encaixam bem com o restante do equipamento e para resolver o problema a Sea to Summit traz para você um novo conceito em acessórios de cozinha para camping! A linha X-Series é composta por uma caneca (X-Mug), uma tigela (X-Bowl) e um prato (X-Plate), todos com fundo feito de nylon super-resistente e corpo de silicone flexível.



Todos eles são colapsáveis tendo uma altura de 15 mm. Um cabe dentro do outro! X-Bowl e X-Plate possuem uma base resistente que pode ser usada para cortar legumes!
Todos as matérias primas utilizadas estão em acordo com as regulamentações da FDA (Food and Drug Adminstration – EUA) e CE e não contém BPA.



Onde encontrar:

www.casadepedra.com.br
www.adventura.com.br
www.penatrilha.com.br
www.packandtrack.com.br
www.lojasmundoterra.com.br
www.bivak.com.br

Para mais informações:

www.seatosummit.com.br

sábado, 14 de maio de 2011

AzimuTECH: Toalhas Drylite

Para as melhores horas...



A Chapada Diamantina foi um lugar perfeito para testarmos a Toalha Drylite da Sea to Summit. As atividades na Chapada dificilmente não envolvem algum contato com a água seja em cachoeiras ou cruzando rios, uma toalha se torna item indisensável na mochila.



O produto cumpre o que promete, é muito absorvente e de secagem rápida além de sem bem compacta. Depois que usavamos eu deixava pendurada para fora da mochila e sempre que eu precisava utilizar novamente ela estava seca. A alça tem um botão que permite prender a toalha em vários lugares o que ajuda bastante a secar.



E para as piores horas também...



Fica a dica:



Dica do fabricante: Lave a toalha na máquina de lavar em água fria antes do primeiro uso, melhora a absorção!

Onde Encontrar:

www.casadepedra.com.br
www.adventura.com.br
www.penatrilha.com.br
www.packandtrack.com.br
www.lojasmundoterra.com.br
www.bivak.com.br

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Cordas - Pequenos secretos sujos

El viejo adagio "la persona que pisa la cuerda compra cerveza" tomó un nuevo significado en el 2010 Internacional de Rescate Jornadas Técnicas (ITRS) este mes de noviembre. Todos aceptamos que la suciedad reduce la fuerza de una cuerda. Presumiblemente, la arena dentro de una corta cuerda y desgasta las fibras como la cuerda se estira y se relaja durante el uso. Pero ¿hasta qué punto es una cuerda sucia debilitado? Nuestro estudio presentado en la notificación de transacciones internacionales examinaron sólo eso, y los resultados deben asegurarse que los escaladores volver a examinar su equipo. Aunque el estudio se hizo con la mirada puesta en rescate vertical, sus resultados son fácilmente aplicables a la normalidad escalada. Estilo Prusik longitudes de cable de 8 mm fueron puestos en remojo arenosa agua sucia, se deja secar, y luego poner a través de cinco, de 1.000 libras lenta tira para simular el uso de cable realistas durante las operaciones de rescate. El estudio encontró que después de una suciedad y / o extracción de eventos, el cable ha perdido aproximadamente el 20 por ciento de su fuerza. Después de ocho ciclos, perdió 40 por ciento de su fuerza.

Cuarenta por ciento! Muchos escaladores uso cordelettes 6mm que, cuando nuevo, mantenga alrededor de 2.000 libras. El estudio sugiere que ITRS, cuando "sucia", que cordelette mismo puede fallar a 1.200 libras. Considere la posibilidad de que un escalador de 165 libras de peso que sube fi he pies fuera del aseguramiento y cae sobre el ancla generará alrededor de 1.800 libras de fuerza. Un ancla que no es totalmente igualada en la dirección de la caída puede fallar debido a la suciedad del cordón umbilical.

¿Con qué frecuencia tomamos nuestras cuerdas y cable de accesorio por sentado? ¿Tiene su cordelette colgando de un lazo de arte en su arnés, como lo hago? ¿Con qué frecuencia te sientas en él, pulido del suelo en el cable? ¿Con qué frecuencia tirar de la cuerda de escalada en la tierra en la base de un ascenso? Diamante Negro director de calidad, Kolin Powick, probado algunos "bien nacido" 9,4 mm cuerdas de escalada y se encontró que los artículos recortados de los extremos, que obtienen la mayoría de los abusos, no estaban en 1.100 y 1.300 libras de fuerza! (Ver www.blackdiamondequipment.com/en-us/journal/mountain/all/qc-labretiring- viejo cuerdas-en-es-en-eur.)

Insto a los escaladores a volver a examinar su política de jubilación cuando se trata de cuerdas, cordeles, nylon y otros productos. La suciedad puede estar afectando estos productos a un mayor grado de lo que jamás imaginó. Lee Lang ha estado subiendo durante 20 años y es miembro activo del Condado de Larimer de búsqueda y salvamento en Colorado, un director de la Asociación Nacional de Búsqueda y Salvamento, y el editor de la revista Vida Silvestre SAR de Rescate Técnico. Las opiniones expresadas en este artículo son personales y no representan las opiniones de estas organizaciones.

CUERDA DE SEGURIDAD

Le preguntamos si Lee Lang lavado reduciría el daño causado por el cable de tierra. Su equipo está probando actualmente, pero quizás no pensó: "El lavado sólo puede ayudar a mover el grano más en el núcleo, ya que el jabón puede actuar como lubricante y la arena es muy probable que no solubles." Mejor para mantener el cable de la suciedad en el primer lugar. Otros riesgos de la cuerda del medio ambiente a considerar:

  • Agua . Cuerda o cuerdas se pierden hasta 30 por ciento de su fuerza cuando está mojado (es ganar de nuevo en seco).
  • El sol . La exposición prolongada a la luz ultravioleta de nylon degrada. Tienda cuerdas y eslingas de la luz solar directa.
  • El calor de la fricción . Nylon se funde fácilmente. La mayoría de los escaladores prisa por llegar a su cuerda de una escalada de dispositivos en caliente chisporrotea, pero ¿ha considerado las aguas mosquetones igual o cadenas a bajar fuera de una ruta deporte? Rappel en lugar de bajar elimina este problema y también ahorra el desgaste de los anclajes.
  • Ácido y otros productos químicos . Guarde estas lejos de su cuerda. Bleach se debilita de nylon, al igual que el peróxido de hidrógeno y yodo, y sabemos de al menos un incidente de rotura confirmó la cuerda por la exposición al ácido de la batería.
Fuente: http://www.climbing.com - Por: Lee Lang
Por: M.Marques
milton@mxb.com.br

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

AzimuTECH - Copo colapsável Sea To Summit

AzimuTECH, esse foi o nome dado para este gênero de postagem aqui no blog pelo nosso Prof. Pardal dos Azimutantes, o nosso camarada Marcelo Wood. Eu não esperaria outra coisa de um montanhista que trabalha na área de projetos de uma empresa automobilística. Gostei!

O equipamento avaliado nesse tópico trata-se de um copo colapsável da marca Sea To Summit (www.seatosummit.com.br). Eu particularmente não conhecia esse tipo de equipo e é sem dúvida um apetrecho útil que dá aquela sensação de dinheiro bem gasto.

Apesar do Marcelo, como bom engenheiro projetista, ter dado a idéia de inserir este copo numa máquina adaptada para testar a quantidades de ciclos suportados antes de se desfazer e depois disso coloca-lo na boca de um boneco de crash test em ação eu achei melhor só descrever as conclusões que tiramos usando o copo em condições "humanas". Ninguém vai destruir meu copinho não, esse é de estimação!

Além de ter o desenho e acabamento muito legais é um equipamento multi-uso e sua utilização se extende a uma infinidade de atividades ligadas ao excursionismo e isso é muito bom pois além de não fazer volume na mochila cargueira superlotada nas travessias também pode ser utilizado em casa, no trabalho, etc.

O material é de borracha inodora ligada a uma aste plástica rígida, suporta liquidos ferventes (eu testei). Sua capacidade é de 250 ml e possui uma escala de marcação interna o que é muito bom pois revelou-se um ótimo dosador de ingredientes, principalmente para as massas e crépes que curtimos fazer na montanha. Não é mesmo Miltão?

Enfim, um equipamento bonito, bem acabado, útil, leve e robusto que agora tem lugar reservado na minha mochila.




OBS: Este post será atualizado descrevendo por meio de fotos e vídeos o teste deste equipamento em campo.