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sábado, 10 de maio de 2008

O mistério do Pico dos Marins.

Nos anos que estou envonvido com o Montanhismo já ouvi diversas histórias fantásticas envolvendo resgates, incendios, acidentes, incidentes e até de aparições fantasmagóricas como por exemplo o cavalo fantasma do acampamento 4 da travessia Petrópolis-Teresópolis que, segundo os antigos visitantes do local se apresentava na forma de sons de galope e relincho de um cavalo passando por entre as barracas, ou mesmo relatos de montanhistas que descendo o monte Aconcágua, quando não havia mais ninguém no cume, olhavam para trás e avistavam a figura de uma pessoa parada os observando. Também já tinha ouvido falar de um escoteiro que em 1985 tinha se perdido no Pico dos Marins (2.422 mtrs), na cidade de Piquete - SP e que nunca havia sido encontrado. Nunca me aprofundei nessa história pois acreditei se tratar de mais uma lenda das montanhas, porém em recente visita a este local pude constatar que tudo se tratava da mais pura verdade.

Em 1985, o então menino Marco Aurélio Bezerra Bosaja Simon, escoteiro do grupo Olivetano de São Paulo perdeu-se na mata e mesmo com uma operação de regate envolvendo 300 pessoas entre bombeiros, soldados do COE, montanhistas, mateiros e voluntários nenhum vestígio do garoto foi encontrado. Desde então diversas hipóteses são levantadas e vão desde a possível entrada do garoto em uma seita religiosa secreta até uma suposta abdução por alienígenas.

Livros sobre o acontecimento:
O jornalista Rodrigo Nunes depois de vasta pesquisa sobre o assunto lançou o livro Operação Marins (acima) que narra os acontecimentos daqueles dias e devido ao sucesso alcançado com a obra várias pessoas envolvidas no resgate o procuraram para relatar novos fatos o que levou ao lançamento do segundo livro de nome Operação Marins 2, novas descobertas (abaixo).
Para quem se interessar (como eu) em saber mais sobre essa história fica aqui minha recomendação em comprar os livros, nesse link e prestigiar o autor por esses excelentes trabalhos.

Para aguçar ainda mais a curiosidade reproduzo abaixo um entrevista ao autor do livro exposta no site Youtube, muito interessante (parte 1 e pate 2):



sábado, 3 de maio de 2008

Turistas são resgatados após dois dias em mata.

Cinco homens que estavam perdidos no Pico dos Marins, em Piquete, a 205 km de São Paulo, foram resgatados na tarde deste sábado (3). O grupo, que é de Sorocaba, subiu o pico na quinta-feira (1º), mas se perdeu e não conseguiu sair da mata.

Apenas na manhã deste sábado eles conseguiram acionar os bombeiros que, com a ajuda de guias, localizou o grupo. Apesar do longo período em que ficaram perdidos, eles passam bem, de acordo com os bombeiros.

Fonte: Globo.

sábado, 26 de abril de 2008

Pico dos Marins: tomando chuva!

O que é melhor, tomar chuva numa travessia ou ficar mofando em casa? Pois é.
Neste último dia 19 de abril (dia do índio) eu o Silas e o Marcelo fomos para um programa "de acordo". Seguimos para Piquete - SP para realizar a travessia Marins - Itaguaré apesar da previsão chuvosa para os dias posteriores. Saimos de Jundiaí - SP por volta das 3:40 da manhã e por volta das 7 horas já estavamos chegando ao Acampamento Base onde deixamos o carro sob os cuidados do Milton que é guia da região e faz os resgates do pessoal no Itaguaré para terem como voltar até onde deixaram os carros.
O pico dos Marins fica em Piquete, tem 2422 metros de altitude e até então era considerado o segundo ponto mais alto de São Paulo, atrás da Pedra da Mina, porém vi alguns caminhantes dizendo que em posteriores medições descobriu-se que o Marinzinho é um pouco mais alto que o Marins, e que em mais recentes medições foi constatado que a Pedra da Mina está fora do Estado de São Paulo e que o Marins voltou a ser o mais alto, especula-se de tudo. Se alguém souber de FATOS sobre esse assunto entre em contato conosco.

O que posso afirmar sobre o local é que apesar do tempo ruim que pegamos ele é extremamente bonito, é uma mescla de travessia petrô-terê com os campos de altitude do Itatiaia.
No meu caso este se fez um local extremamente acessível e barato se comparado com outras travessias e ao fato de não haver taxas de ingresso além da contribuição com o estacionamento lá no Milton que é uma pessoa extremamente agradável. Infelizmente nossa travessia até Itaguaré foi frustrada, primeiro pelo clima desfavorável e a baixa visibilidade o que dificultava a navegação e segundo por um descuido do nosso camarada Silas que "deu mole" para uma bolha no seu pé que acabou estourando e comprometendo seu desempenho na caminhada.
No tempo que ficamos por lá encotramos como o pessoal do GAM, pessoal muito divertido e com dois escaladores da região de Brotas que agora moram em São Paulo, o Alex e o Weberson que apesar do tempo ruim avançaram até a pedra redonda no segundo dia e deram uma arrumada nos tótens de demarcação da trilha, a qual assim que melhorar o tempo nós iremos retornar para fazer.
Gravamos algumas imagens por lá o que possibilitou uma ediçãozinha para colocar aqui no blog, logo abaixo:

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Montanhismo: Remédio anti-stress.

Pequeno clip introdutório de nossa tentativa frustrada (pelo clima) de fazer a travessia Marins-Itaguaré. Logo postarei o vídeo oficial.