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segunda-feira, 6 de junho de 2011

AzimuTÉCA: Guia Parque Nacional da Serra dos Órgãos

Parque Nacional da Serra dos Órgãos
Guia de Trilhas, Cachoeiras e Montanhas



Essa publicação eu faço questão de divulgar, pela excelente qualidade e pelo valor agregado ao montanhismo brasileiro.

Conheci o Parque Nacional da Serra dos Órgãos em 1996 quando fiz a minha primeira travessia Petrópolis - Teresópolis, na época não existia muita informação e fiquei sabendo do parque por uma matéria da revista "Os Caminhos da TERRA", comprei o roteiro datilografado do Sérgio Beck, coloquei a mochila nas costas e "meti a cara".



De 1996 pra cá tento ir pelo menos uma vez por ano pra lá e sempre que vou ouço falar de trilhas e escaladas interessantes no PNSO mas por morar no estado de SP e conhecer pouca gente de lá acabo optando pelos roteiros mais tradicionais do que arriscar ficar batendo cabeça e perder a viagem, agora com o guia do Waldyr e do Ernesto eu fico muito mais animado a partir para uns novos roteiros.

Conheça um pouco da obra:



São 256 páginas, em papel couche 115g/m². O livro é todo colorido e o miolo ainda leva um acabamento em verniz que dá um toque de qualidade ao livro e ainda reduz reflexos.



O livro é ricamente ilustrado, contando com 332 fotos coloridas facilitando a orientação e mostrando as lindas paisagens do Parque.



O livro conta com 53 mapas coloridos, com curvas de nível de 10 em 10 metros e as principais referências para navegação na trilha.



O formato do livro é 14 x 21cm, com peso aproximado de 475g. Um livro para ter e levar na mochila.



Conteúdo do Livro:

Bem Vindo à Serra dos Órgãos
Como Chegar
Infra-estrutura da Região
Um Pouco de História
As Montanhas e o Clima da Região
A Flora da Serra dos Órgãos
Os Animais do Parque
Os Parques Nacionais
Usando o Guia
Mínimo Impacto, Adote esta Idéia

Sede Teresópolis
Piscina Natural e Cachoeiras
Trilha Primavera
Trilha Mozart Catão
Trilha Cartão Postal
Trilha Suspensa

Sede Guapimirim
Museu von Martius
Circuito do Poço Verde
Circuito da Capela

Setor Bonfim
Circuito das Bromélias
Circuito do Véu da Noiva
Morro do Alicate
Pico do Glória
Alcobaça
Mãe d Água

Setor Santo Aleixo
Cachoeira do Monjolo
Circuito Árvore Oca -Pegada do Gigante
Volta do Morro da Capela
Cachoeira Grande

Setor Serra Velha
Meu Castelo
Caminho do Ouro

Setor Caxambu
Poço da Barragem do Caxambu
Pinheirinhos
Alto da Ventania
Cobiçado
Travessia Cobiçado - Ventania
Travessia Caxambu - Santo Aleixo

Setor Dedo de Deus
Escalavrado
Dedo de Nossa Senhora
Dedo de Deus
Cabeça de Peixe

Setor Pedra do Sino
Pedra do Sino
Morro da Cruz
Travessia da Neblina e Verruga do Frade
Mirante do Inferno e São João
Agulha do Diabo
Papudo
São Pedro
Garrafão e Cara de Cão

Setor Morro Açu
Morro Açu
Circuito do Índio
Pico do Eco
Portais de Hércules

Setor Travessia
Travessia Petropolis - Teresópolis

Os Autores:


Ernesto e Waldyr, na subida do Escalavrado, durante as atividades de mapeamento dos roteiros.

Waldyr Neto, nascido em São Paulo em 1969, reside me Petrópolis desde 1977. Iniciou no montanhismo em 1984 ao integrar o Centro Excursionista Petropolitano - CEP. Começou a escalar em 1991 e desde 1993 vem guiando excursões pelo CEP, tendo sido presidente do clube de 2003 a 2006. Autor do Guia de Trilhas de Petrópolis e de diversos artigos técnicos, publicados em revistas e sites especializados.

Ernesto Viveiros de Castro, nascido em Paris em 1977, frequenta a região desde criança e reside em Teresópolis desde 2004. Esportista e apaixonado por Parques Nacionais, já esteve em mais de 40 em 10 países. Biólogo e mestre em Ecologia, é autor de diversos artigos científicos e técnicos. Analista ambiental do Instituto Chico Mendes (ICMBio), desde 2004 é chefe do Parque Nacional da Serra dos Órgãos.

Outra publicação do Waldyr que também merece ser mencionada é o: Guia de Trilhas de Petrópolis



Com 224 páginas, o Guia de Trilhas de Petrópolis é uma publicação que descreve detalhadamente 38 roteiros de caminhada em Petrópolis - RJ. Esses roteiros representam praticamente todas as trilhas consolidadas e/ou de grande interesse turístico ou do ponto de vista do montanhismo.

Como Comprar:

Para envio pelo Correio, contate o autor: waldyr@compuland.com.br informando o endereço completo. O livro será enviado mediante depósito de R$ 40,00 + custo de frete (para um livro este custo é de R$ 6,40 para todo o Brasil). A modalidade de envio é o impresso registrado, com entrega em até 5 dias úteis.

O livro pode também ser adquirido nas lojas virtuais:
http://www.campsite.com.br/
http://www.leonardodavinci.com.br/
http://www.trilhaserumos.com.br/
http://www.equinox.com.br/
http://adventura.com.br/

Ou nos pontos de venda (a relação abaixo é constantemente atualizada)

PETRÓPOLIS:
Livraria Impressões
Rua do Imperador, Galeria Arabela
Livraria Vozes
Rua do Imperador, 832
Livraria Dona Traça
Rua Gonçalvez Dias, 435 - Valparaíso (Em frente à Conval)
Letras e Manias
Av. Ayrton Senna, 951 (Banca da Casa do Alemão Quitandinha)
Ginásio GA Escalada
Rua 29 de Junho, 160 - Valparaíso
PARNASO - Sede Petrópolis
Centro de Visitantes do Bonfim

ITAIPAVA:
Montanha e Aventura
Em frente ao Shoping Vilarejo
Avancini Bikes
Ao lado da Casa do Alemão Itaipava
Livraria Impressões Itaipava (Cine Itaipava)
Shoping Estação, primeiro piso

TERESÓPOLIS:
Lojinha do PARNASO
Centro de Visitantes da Sede do Parque
Livraria Littera
Rua Monta Líbano, 119 - Bairro Várzea
Teresópolis Hostel - Recanto do Lord
Rua Luisa Pereira Soares, 109 - Bairro do Artistas

SANTO ALEIXO:
Pousada RPPN El Nagual
Rua Capitão Antero, km 3 - Bairro Pico

GUAPIMIRIM:
PARNASO - Sede Guapimirim
Subida da Serra de Teresópolis, km 98,5

RIO DE JANEIRO:
Livraria Leonardo da Vinci
Av. Rio Branco, 185, Subsolo - Centro
Equinox
Rua Buenos Aires, 41 2º andar - Centro
Sub Sub
Rua da Alfândega, 98 - sobreloja - Centro
Adventura
Av. Treze de Maio 47 sl/102 - Centro
Casa do Alpinista
Rua Mena Barreto, 105 - Botafogo
Banca da Urca
Praça General Tibúrcio - Praia Vermelha
Lechen
Galeria River, loja 11 - Arpoador
On the Rocks
Shopping Down Town, bloco 8, loja, 124 - Barra da Tijuca

BELO HORIZONTE:
Adrena Esporte e Aventura
Av. Getúlio Vargas, 1612 - Savassi

Em nome dos Azimutantes gostaria de agradeçer o presente!!!



Mais informações:

http://guiadoparnaso.blogspot.com/
http://trilhasdepetropolis.blogspot.com/
E-mail do Autor: waldyr@compuland.com.br

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Avalanches


NOTA: Este texto foi gentilmente traduzido e enviado pelo Azimutante Milton Marques que atua como Guia de Montanha na região da Patagônia Argentina. Tal artigo é de extrema importância para quem frequenta ou deseja frequentar montanhas nevadas.

Prevenção contra avalanches.

A prevenção só é possível quando existem os conhecimentos profundos da geografia, das características da neve e das técnicas de auto-resgate treinadas no ambiente.

Para prever as avalanches é fundamental compreender seus diferentes tipos, como se relacionam estes com as propriedades da neve, o tipo de terreno, o clima, a orientação das ladeiras e os fenômenos atmosféricos (vento, chuvas, temperatura, etc.). A presença humana nestes cenários exerce influência na geração das avalanches.

A incorporação deste conjunto de informações teóricas e da experiência prática (em contato com o elemento, o estudo no lugar do manto de neve) estimula o crescimento de uma forma de consciência acrescentada. No cotidiano se conhece como o olfato do andinista, poderia dizer a intuição, a percepção do risco. Diria que esta é uma capacidade de desenvolvimento sobre as bases recém expostas e cujo resultado concreto é a antecipação, ferramenta crave da prevenção.

As pendentes mais perigosas estão entre os 25° e os 45° graus de inclinação.

Técnicas de auto-resgate


O fato de haver completado uma sólida formação técnica na prevenção de acidentes não garante que estejamos isentos de sermos vítimas de avalanches. Os elementos que influem na formação de uma avalanche geram um número infinito de variáveis, dando como resultado um risco residual considerável.

Por isso a aprendizagem das técnicas de auto-resgate é fundamental para a prevenção.


Para demonstrar rápidamente porque é importante possuir treinamento em técnicas de auto-resgate, vale demonstrar as estatísticas, que nos ajudam a compreender que em uma situação de avalanche, atuar com efetividade e rapidez, dispondo de equipamento adequado e de treinamento específico, pode significar a diferencia entre a vida e a morte.


Porcentagem de sobrevivência entre pessoas soterradas por avalanche.


  • 80% sobrevivem se permanecem na superfície.
  • 40 – 45% sobrevivem se ficam parcial ou totalmente enterrados.
  • 55 – 60% sobrevivem se ficam protegidos por veículos ou edifícios.
Causas de morte em avalanches:

  • 65% asfixia
  • 25% colisão com árvores, rochas e outros obstáculos.
  • 10% hipotermia e choque.


Sobrevivência de vítimas que ficaram enterradas em função de tempo de resgate.


  • As vitimas que ficam enterradas sobrevivem em 40% do total.
  • 20%(50% dos sobreviventes) vivem mais de 30 minutos.
  • 13% vivem mais de uma hora.
  • 7% vivem mais de duas horas.
  • 4% vivem mais de três horas.
  • Os resgates com vida de pessoas enterradas a mais de 2 metros de profundidade são só 4%.

O equipamento de auto-resgate indispensável.

ARVA – equipo emissor e receptor.

Emite um sinal sonoro conhecido como "beep".

Quando uma pessoa é vitima de uma avalanche ficando soterrado, seu ARVA em posição de emissão envia um sinal. As pessoas que ficam fora colocam seus ARVA em recepção, e desta maneira através de um método específico de busca podem localizar a posição da vítima enterrada.


Sonda desmontável
É indispensável na segunda etapa, já que nos permitirá sentir um corpo enterrado na neve, garantindo que o trabalho de escavação seja certeiro. A sonda permite captar claramente a diferença entre um corpo de outros objetos, especialmente rochas.


Pá de neve desmontável

É essencial na última etapa desta operação de auto-resgate que consiste em desenterrar a vitima no menor tempo possível.


Treinamento específico.

É fundamental ter um treinamento específico para o manejo dos equipamentos junto ao resto dos equipamentos de auto-resgate e fazer simulados.

Busca com ARVA, Sonda e pá.


Primeiros Socorros

Uma vítima de avalanche sempre apresenta um quadro de hipotermia de leve a sevéro, pode apresentar obstrução nas vias aéreas e parada respiratório ou cardiorrespiratório, traumatismo, hemorragias, etc. Em qualquer destes casos será necessário responder eficazmente a vítima nos primeiros socorros.


Proteção para hipotérmico.


Dicas importantes:

  • Evitar andar só na montanha no inverno. Uma vítima de avalanche dependerá de seus companheiros para resgatá-la.
  • Quando em grupo mantenha distância entre os membros do mesmo em terrenos expostos. Isso distribui o peso sobre o manto de neve e assegura que os membros do grupo poderão atuar se necessário.
  • Qualquer pessoa que se encontra transitando dentro de uma área exposta deve estar sendo vigiada pelos outros membros.
  • Durante uma tempestade de neve e o período de tempo imediatamente posterior a esta, se considera o momento de maior risco de avalanche.
  • É recomendável esperar 48 horas após uma nevasca intensa para transitar terrenos com exposição de avalanche.
  • Ainda dentro de um centro de esqui ou mesmo nas imediações, o terreno denominado "fora de pista" deverá ser considerado potencialmente perigoso, especialmente depois de uma tempestade de neve.

Bibliografia recomendada:

Manual técnico de avalanchas, David Mc-clung – Peter shaerer, Desnível.

Nieve y Avalanchas y meteo-France.

Traduzido por Milton Marques (www.azimutantes.blogspot.com).

www.avalanche.ca

www.csac.org

domingo, 22 de junho de 2008

Livros: Livros de Excursionismo do Beck

Desde que comecei o Sérgio Beck sempre foi um referência pra mim na parte literária do montanhismo, na época não tinha a internet e muito menos sites com informações referentes ao tema, então o jeito era comprar os seus roteiros datilografados e cartas topográficas e partir para a montanha, como não tinha fotos eu ficava imaginando como seria a tal subida que ele estava descrevendo, ou então aquele lance de escalada, enfim era muito legal.

Em paralelo ele foi lançando seus livros começando pelo “Aventura de Caminhar” que mais tarde foi revisado e lançado com o nome de "Convite a Aventura" juntamente com uma série de outros livros formando praticamente uma bibliografia completa sobre excursionismo. O Beck lançou também a revista Aventura Já que na minha opinião foi a melhor revista sobre excursionismo que já existiu no Brasil, juntamente com a Headwall que era focada em ecalada, infelizmente ambas não existem mais.

Seguem abaixo os livros do Beck que eu sugiro a leitura do “Convite a Aventura” e do “Com Unhas e Dentes” para que escala. Os livros podem ser adquiridos com o próprio autor em seu site http://www.livrosdobeck.com/ ou nas principais lojas de montanhismo.

Convite à Aventura - Técnicas de caminhada e acampamento em trilha. O livro básico do excursionista estava esgotado e tinha sido temporariamente substituido pelo Livro de Aventura do Excursionista Decidido, abaixo. Mas acabou sendo atualizado e reimpresso (em 2004). 200 páginas.

Aqui temos técnicas de caminhada, acampamento, dois capítulos sobre equipamento, alguma coisa sobre orientação e uso de mapas, fotografia, excursionando com crianças, e finalmente algumas noções de sobrevivência (mas não trata de plantas comestíveis ou de armadilhas, porque não é disto que um excursionista precisa)...


Com Unhas e Dentes - o clássico livro de técnicas de escalada e segurança em montanha, que foi reimpresso em 2003, com 186 páginas.
Trata da ética do esporte, os nós mais comuns, as técnicas básicas de progressão, ancoragens e segurança, rapel e escalada artificial, aborda também alguma coisa sobre escalada esportiva e de competição, bem como algumas noções de treinamento e de auto-resgate, encerrando com rápidas noções de escalada de big-walls, e gelo e neve.

Além desses dois livros no site do Beck você ainda pode encontrar a sua série de livros de bolso, e o "Ratos de Caverna" sobre espeleologia.

Marcelo Wood

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Livro: História Do Montanhismo No Rio De Janeiro

Finalmente ficou pronta a segunda edição do meu livro História Do Montanhismo No Rio De Janeiro (Dos Primórdios aos Anos 1940). Fiz esta edição um pouco maior que a primeira (500 exemplares).

Esta nova edição está contando com 174 fotos, 264 páginas e resolvi privilegiar as fotografias, muitas delas ocupando a página inteira. Os mapas também estão maiores e consequentemente mais legíveis. O tipo da impressão mudou: de laser para off set, melhorando a qualidade gráfica do trabalho.

O livro custará trinta reais e na próxima semana vou divulgar os pontos de venda. Quem quiser, já pode comprar comigo.

Há algumas novidades bem legais como uma foto da conquista do Paredão Carioca, primeira via conquistada pelo CEC. Uma surpresa para o Carioca já que eles não sabem da existência destas fotos. O Carioca está me ajudando para o próximo livro que dará continuidade a esta edição.

Também o Parque Nacional de Itatiaia, na figura do Daniel Toffoli, me ajudou muito me fornecendo farta documentação dos primórdios do montanhismo naquela UC (valeu também ao Santiago do GEAN).

Para finalizar quero agradecer muito a todos que teceram elogios a pioneira primeira edição, aos que fizeram criticas construtivas que só vieram a somar e também ao Rodolfo Campos pela diagramação do livro, grande camarada! A história do montanhismo brasileiro só tem a agradecer!

Abraços a todos

Waldecy
waldecyml@terra.com.br

sábado, 10 de maio de 2008

O mistério do Pico dos Marins.

Nos anos que estou envonvido com o Montanhismo já ouvi diversas histórias fantásticas envolvendo resgates, incendios, acidentes, incidentes e até de aparições fantasmagóricas como por exemplo o cavalo fantasma do acampamento 4 da travessia Petrópolis-Teresópolis que, segundo os antigos visitantes do local se apresentava na forma de sons de galope e relincho de um cavalo passando por entre as barracas, ou mesmo relatos de montanhistas que descendo o monte Aconcágua, quando não havia mais ninguém no cume, olhavam para trás e avistavam a figura de uma pessoa parada os observando. Também já tinha ouvido falar de um escoteiro que em 1985 tinha se perdido no Pico dos Marins (2.422 mtrs), na cidade de Piquete - SP e que nunca havia sido encontrado. Nunca me aprofundei nessa história pois acreditei se tratar de mais uma lenda das montanhas, porém em recente visita a este local pude constatar que tudo se tratava da mais pura verdade.

Em 1985, o então menino Marco Aurélio Bezerra Bosaja Simon, escoteiro do grupo Olivetano de São Paulo perdeu-se na mata e mesmo com uma operação de regate envolvendo 300 pessoas entre bombeiros, soldados do COE, montanhistas, mateiros e voluntários nenhum vestígio do garoto foi encontrado. Desde então diversas hipóteses são levantadas e vão desde a possível entrada do garoto em uma seita religiosa secreta até uma suposta abdução por alienígenas.

Livros sobre o acontecimento:
O jornalista Rodrigo Nunes depois de vasta pesquisa sobre o assunto lançou o livro Operação Marins (acima) que narra os acontecimentos daqueles dias e devido ao sucesso alcançado com a obra várias pessoas envolvidas no resgate o procuraram para relatar novos fatos o que levou ao lançamento do segundo livro de nome Operação Marins 2, novas descobertas (abaixo).
Para quem se interessar (como eu) em saber mais sobre essa história fica aqui minha recomendação em comprar os livros, nesse link e prestigiar o autor por esses excelentes trabalhos.

Para aguçar ainda mais a curiosidade reproduzo abaixo um entrevista ao autor do livro exposta no site Youtube, muito interessante (parte 1 e pate 2):