sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Técnicas de Montanhismo na internet: Problema ou solução?

Com a popularização da internet multiplicaram-se também uma infinidade de sites, blogs e portais sobre diversas modalidades esportivas e de aventura, dentre elas o Montanhismo. 

Na verdade o Montanhismo é o nome que classifica o ato de se galgar montanhas, seja por uso de equipamentos técnicos ou não. Uma atividade que requer obrigatóriamente a observação, conhecimento técnico, experiencia prática, preparo físico e equipamentos adequados as sub-modalidades a que o praticante se disponha a realizar. As sub-modalidades dentro do Montanhismo são várias, de caminhadas simples em campos de altitude até escaladas a grandes paredes com a necessidade de uma infinidade de aparatos que demandam extrema capacidade técnica e logística.

É necessário salientar que o Montanhismo é uma atividade de risco onde o desafio principal é superar os obstáculos prevendo, calculando e transpondo estes riscos afim de completar o percurso, chegando a um cume ou atravessando uma rota. Obstáculos estes que não são somente físicos, logísticos ou meteorológicos mas também psicológicos, pois cada indivíduo tem dentro de si seus próprios receios e limitações, os quais são determinantes saber controlar e respeitar para não correr riscos desnecessários ou mesmo colocar todo um grupo em uma situação ruim. Portanto é
extremamente necessário saber que quem quer que se disponha a buscar conhecimentos de Montanhismo que não o faça única e exclusivamente na Internet ou por livros, que são fontes de informação adicional mas NUNCA poderão substituir um curso presencial onde as técnicas são ensinadas na PRÁTICA por um professor capacitado e experimentado e caso seja possível homologado por alguma Federação (FEMESP, FEMERJ).

Amigos Montanhistas, tenham senso crítico para aproveitar as informações da internet, absorvam as que lhes forem úteis filtrando e analisando o conteúdo e a razoabilidade de cada uma delas mas nunca se esqueçam de que o mais importante é fazer um bom curso e escalar bastante! E não esqueça do capacete!

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

O Camping no Montanhismo: Fogueiras, utensílios e lixo.

Fogueiras:

O antigo romantismo de acampar com aquela grande fogueira entre as barracas ACABOU. O preço desse conforto é muito caro, principalmente quando põe em risco velhas (e escassas) árvores, principalmente em campos de altitude. Isso para não falar das imensas marcas negras que maculam o terreno com um contundente impacto ambiental. Montanhistas nos dias de hoje se valem exclusivamente de fogareiros multicombustível, leves e versáteis para cozinhar. Um grandioso passo em direção ao baixo-impacto e a prática do "leave no trace", termo amplamente divulgado no Montanhismo mundial, que significa não deixar nehum tipo de rastro ou pista, exatamente como guerrilheiros que não desejam ser seguidos pelo inimigo.

Se você não tiver outra opção e tiver que acender uma fogueira alguma regras simples devem ser seguidas: Mantenha o fogo pequeno, cave um valeta em volta da fogueira ou mesmo faça uma barreira com pedras em torno do fogo, e somente acenda fogueiras onde seja permitido (só para lembrar, na maioria dos Parques Nacionais e Estaduais do Brasil não é permitido fazer fogueiras). Quando acesa fique de olho até que o fogo se extingua e as cinzas estejam frias, ou certifique-se que está totalmente apagada antes de sair. Para alimentar o fogo use única e exclusivamente gravetos e pedaços de madeira morta que ficam caídos na trilha ou na mata. JAMAIS extraia madeira viva para isso! Mesmo sendo permitido o uso de fogueiras o uso de fogareiro ainda é aconselhado visto sua praticidade e rapidez na montagem e utilização.

Lavando utensílios:

Primeiramente é necessário salientar que é possível lavar utensílios não muito sujos sem a necessidade da utilização de sabão ou detergente. Lavando os útensílios com água quente imediatamente após a refeição é perfeitamente possível mantê-los limpos. Preencher potes muito sujos com água durante algumas horas também ajuda a amolecer e soltar os restos de alimentos. Ao efetuar a lavagem dos utensílios com sabão certifique-se que é biodegradável e faça isso longe das fontes de água (pelo menos a 60 metros) e se possível longe da vegetação. No processo de lavagem não deixe restos de comida expostos, pois os mesmos podem ser ingeridos por animais silvestres os quais poderão se intoxicar com substâncias as quais não estão acostumados. Todo e qualquer resíduo sólido deverá ser recolhido em um saco plástico para posterior descarte em local apropriado. Para lavar os utensílios não há necessidades de buchas, lã de aço ou outros materiais abrasivos, basta utilizar um pouco de areia ou um pouco de capim para isso. Caso necessite tomar banho, utilize as mesmas regras acima e utilize sabão biodegradável em pequenas quantidades. Na hora de escovar os dentes a regra também é a mesma e quando cuspir a espuma da pasta dental o faça em forma de spray, isso evita que se cause aquele impacto visual desagradável em forma de uma mancha branca escorrida pelas pedras e vegetação.

Manuseio do lixo:

Sacolas e sacos de plástico são ítens indispensáveis. Montanhista usam para embalar comida, proteger roupas e saco de dormir de umidade, como tendas e bivaques de emergência e algumas vezes para manter os pés secos. É comum também materem na mochila um saco plástico resistente para a acomodação de todo o lixo produzido num acampamento, o qual somente será descartado em local apropriado. A regra básica no Montanhismo para embalagens de alimentos é a de que se você pode carregar a embalagem cheia, também pode carregar vazia, portanto tudo que for levado para montanha ou área natural deve ser trazido de volta. O verdadeiro montanhista traz consigo todo e qualquer restício de lixo que tenha produzido (inclusive restos de madeira queimada de uma eventual fogueiras) e também os que acha pelo caminho como papeis de bala, bitucas de cigarro e outros detritos que pessoas menos instruídas deixam para trás para poluir as áreas naturais. Jamais enterre lixo ou jogue-o em latrinas. A regra de OURO do camping: Deixe o local tão limpo quanto o achou. Para necessidades fisológicas é necessário cavar uma latrina a pelo menos 60 metros de distância de toda e qualquer fonte de água. Leve consigo uma pequena pá e cave um buraco de aproximadamente 20 a 25 centímetros de profundidade para enterrar os detritos juntamente com o papel utilizado.

Animais e comida:

Animais silvestres como quatis, macacos e roedores são capazes de rasgar uma barraca para conseguir comida, portanto guarde sempre a comida em sacos plástico e se possível suspensa por bastões ou amarradas em galhos de árvore.

Texto por André Zancanaro - www.azimutantes.blogspot.com.

Fontes consultadas:

  • Mountaineering: The Freedom of the hills, fifth edition.
  • Princípios de conduta consciente em Ambientes Naturais, Folheto editado pela Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente - Diretoria do Programa Nacional de Áreas Protegidas, em dezembro de 2000.
  • Leave no Trace Inc.

'Homem-Aranha' é detido ao descer do 41º andar de prédio em SP

O esportista francês Alain Robert foi detido na noite de ontem quando descia do 41o. andar do Edifício Itália, na região central de São Paulo.

Neste andar há um terraço com um restaurante. No momento em que ele descia a parede, foi contido pelos seguranças, que chamaram a Polícia Militar. Robert disse aos porteiros e seguranças que decidiu escalar o prédio sem pedir autorização porque não sabe falar português. Ele argumentou ainda que sua tradutora também não se encontrava ali no momento para dar explicações.

A ação do alpinista acabou assustando os freqüentadores do restaurante. O francês já havia sido reconhecido por um porteiro logo que entrou no edifício em razão da indumentária que portava e a segurança foi avisada. De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Segurança Pública, ele foi levado para o 3º Distrito Policial, onde foi lavrado um termo circunstanciado. Em seguida, acabou sendo liberado.

Fonte: Ultimosegundo.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

O Camping no Montanhismo: Onde montar sua barraca.

O camping, como o montanhismo em geral, é parte curtição, parte ralação. Sendo assim você pode tornar sua vida imensamente mais fácil aprendendo adequadamente as técnicas do camping e da cozinha excursionista. Montar um "lar" temporário em um ambiente outdoor pode ser fácil e rápido, prover um abrigo confortável, quentinho e com ótima comida! Porém, o camping tem um componente crítico na sua prática: O respeito a Natureza. De fato, essa deve ser a principal premissa do camping. Vamos encarar isso: Nosso conforto é secundário quando se trata de preservar o ambiente natural! As montanhas, rios, planíces, praias não estão onde estão por causa da gente, isso tudo existe muito antes de pisarmos na face da Terra então o mínimo que podemos fazer é respeitar e preservar estes lugares que nos proporcionam tantas alegrias.

Vamos a partir de agora dar início a uma série de postagens no sentido de demonstrar como podemos acampar causando o mínimo de impacto possível as áreas naturais.

Camping de baixo-impacto:

Onde montar sua barraca:

Montanhistas nem sempre montam sua barraca numa área confortável. Geralmente eles andam até uma pequena e privilegiada "areazinha" (as vezes nem tanto) com aquela brisa gostosa de pé de serra, pois isso os põe próximos ao cume da montanha. Qual outra razão poderia haver, porque iam fazer um pique-nique naquela área em especial? Porque é confortável? Bonito? O som dos pássaros é legal? As vezes você poderá ter tudo isso de uma vez só, mas em outras vezes você terá que tomar alguns cuidados para preservar o ambiente. Vamos ver agora quais os locais de acampamento que causam menos danos ao ambiente. Do melhor para o pior, aqui vão eles:

Neve: Não é o caso do Brasil, porém se você for para alguma área nevada da América do Sul ou do resto do mundo isso é interessante. Na neve, depois de um tempo que levantar acampamento, não vai permanecer nenhum sinal de que alguém esteve ali. Impacto zero.

Rocha: Apesar de não ser confortável a rocha resiste a quase todos os impactos de um acampamento.

Areia ou pedriscos: Esta é a próxima melhor escolha, bem resistente a impactos.

Clareira dentro da mata ou floresta: Menos aconselhável do que as três anteriores, mas aceitável.

Grama em região natural: A grama em regiões montanhosas faz parte de um ecossitema extremamente frágil. Uma barraca instalada por uma semana nesse tipo de vegetação pode destruí-la totalmente.

Vegetação rasteira em região natural: A vegetação em ambiente de montanha cresce muito lentamente e pode levar anos para se recuperar de um acampamento.

A margem de água: A mata ciliar é muito delicada e não deve ser deteriorada por acampamentos e também há o crescente problema de poluição das águas com a crescente presença de pessoas nestas áreas.

Em geral, você deve ser honesto ao avaliar os impactos de qualquer área de camping. Acampe longe de fontes de água, vegetação que podem sofrer danos, trilhas e de outros acampadores. Procure por um lugar naturalmente desprovido de vegetação e resistente a impactos. Tente achar um lugar onde haja uma inclinação natural onde você precise somente nivelar a barraca ou onde você possa cavar valetas para a drenagem de água da chuva. Para obter uma posição confortável também é importante atentar para a direção e intensidade do vento. Um brisa entrando pela porta principal da barraca durante o dia pode ser até agradável, porém durante a noite isso pode causar um queda brusca de temperatura no interior da barraca. É bom também se preocupar com eventuais ventanias e reforçar bem as ancoragens visto que em montanhas o vento muda de direção sem aviso.


Fontes consultadas:


  • Mountaineering: The Freedom of the hills, fifth edition.
  • Princípios de conduta consciente em Ambientes Naturais, Folheto editado pela Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente - Diretoria do Programa Nacional de Áreas Protegidas, em dezembro de 2000.
  • Leave no Trace Inc.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Regras de utilização da casa da montanha:

Integrantes responsáveis pela casa: Márcio, Carlão, Marcelinho, Silas.

Uso da casa:
  • Sempre comunique com antecedência aos demais integrantes responsáveis sobre sua ida ao refúgio, bem como se irá acompanhado de convidados e se existe alguma informação importante ou aviso a respeito da casa ou de atividades inerentes.
  • O uso da casa somente será possível mediante a presença de um dos integrantes responsáveis citados acima, sendo que a chave deverá ser levada com o mesmo.
Alimentos:
  • Não conte com os alimentos deixados na casa, eles podem estar vencidos (estragados) ou terem se acabado na última visita a casa.
  • Leve todos os alimentos que precisa enquanto permanecer na casa e somente deixe-os lá se os mesmos não forem perecíveis em potencial (exemplo do que deixar: sacos de macarrão, arroz, enlatados fechados, sopas), sempre organizados e acondicionados de forma a não permitir a entrada de insetos.
Uso do fogão a lenha:
  • Após o uso tire o excesso das cinzas do interior do fogão fazendo uso da pá e da lata.
  • Sempre deixe um pouco de lenha na parte de baixo do fogão pois isso será de grande utilidade principalmente para quem chegar a noite ou na chuva.
  • Sempre que possível colete madeira morta das imediações e as coloque na casinha de lenha.
Limpeza e organização:
  • Não deixe louça suja, deixe secar em lugar arejado e cubra com um pano, pendure as panelas.
  • Varra toda a casa antes de fechá-la.
  • Deixe tudo extremamente limpo e organizado antes de sair.
Manutenção:
  • Qualquer reparo, pintura, modificações na casa, no terreno que a circunda, nos acessórios, equipamentos deverão ser comunicados a todos os responsáveis para aprovação. Toda e qualquer avaria que ocorra ou venha a existir, bem como os materiais necessários para o reparo deverão ser comunicados, para que os custos sejam divididos entre os responsáveis.
  • Toda manutenção será realizada e custeada pelos integrantes responsáveis pela casa e o visitante não será adicionado a este processo, salvo o mesmo se ofereça voluntáriamente para o trabalho e doação de materiais.
Lixo:
  • Nenhum lixo deve permanecer na casa, ou seja, tudo deve retornar de onde veio.

INFORMATIVO DE MANUTENÇÃO (11/2008):

Manutenções realizadas (out/2008):
  1. Substituição do sistema de captação e filtro de água (Carlão e Zancanaro)
  2. Reparo do cano de abastecimento de água quente (Carlão)
  3. Construção de pá para remover excesso de cinzas do fogão (Carlão)
  4. Destruição de dois formigueiros do lado da casa (Zancanaro)
Manutenções a realizar (urgentes em vermelho):
  1. A caixa d'água está apoiada em madeira podre, o próximo que passar por lá deve colocar duas boas ripas grossas de madeira embaixo dela, caso contrário em pouco tempo ela vai desabar e se espatifar no chão.
  2. A pintura da casa já está ruim e necessita de outra mão de verniz, de preferencia com algum produto anti-cupim.
  3. O terreno que circunda a casa está infestado de formigueiros (saúvas), necessita de uma solução.
  4. A chaminé VAI CAIR, precisa de um muro de arrimo para o terreno e de uma fixação para a chaminé.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Escalar para que?

Depois de assistir um comediante no YouTube! fazendo uma piada (para mim, sem graça nenhuma) sobre essa questão, resolvi aqui dar a minha opinião de montanhista, alpinista, escalador ou seja lá como se queira designar.

Em março de 1923, George Leigh Mallory foi perguntado por um jornalistas do New York Times sobre "por que escalar o Everest", foi quando respondeu: "Porque ele está lá".

Se você é escalador já sabe a resposta para essa pergunta, ou pelo menos tem a sua, já uma pessoa que não vivencia ou se interessa pelo mundo do montanhismo difícilmente compreenderá o significado de concluir uma travessia em montanha, encadenar uma via, chegar a um cume depois de "trocentas" cordadas, elas se perguntam: Escalar por que? Se ferrar dias a fio pra chegar num cume e descer, pra que?!

Talvez se eu fosse perguntado por que escalo eu diria que escalo porque POSSO e principalmente porque QUERO (existem os que querem, mas não podem), poderia também citar outros motivos como as vistas maravilhosas (que só os alpinista vêem e principalmente SENTEM), o vento na cara, a liberdade, o fato de superar minhas próprias limitações físicas e psicológicas, a prática do companheirismo e cooperativismo para a consecução de um fim comum, mas principalmente uma forma de buscar a celebração da minha vida e saúde, além de esquecer (mesmo que temporáriamente) os estresses e as frustrações da rotina diária.

Enfim, escalar para mim é VIVER e pretendo MORRER VIVENDO, com o vento na cara e vencendo meus obstáculos internos, o que a meu ver é imensurávelmente melhor do que morrer GORDO, sentado numa poltrona assistindo Faustão e fazendo piadinhas super engraçadas como essa abaixo! hehehehehe... Pô, queria ouvir uma piadinha de GORDO FRUSTRADO, ia ser legal!!!

Vejam o vídeo:

Lançamento: Guia de escalada da região dos Três Picos.


No dia 11 março de 2008, terça-feira as 19:30 hs, no Centro
Excursionista Rio de Janeiro, será lançado o "GUIA DE ESCALADAS DA
REGIÃO DOS TRÊS PICOS" de Sérgio Tartari.
Haverá também a projeção do filme "The Wall" do próprio Serginho sobre
esta escalada no Pico Maior de Friburgo, portanto, imperdível.
Lembrando que o CERJ fica na Av. Rio Branco, 277/805, Edifício São
Borja, na Cinelândia.

Fonte: Fóruns da Femerj, HangOn, Associação da Montanha.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

A travessia da orelha cortada.

O título acima parece até nome de filme, mas essa foi uma das travessias mais agitadas que fizemos na Serra dos Órgãos desde 1995, quando eu fiz a minha primeira investida neste percurso. Fuçando nas minhas fitas acabei achando o vídeo completo dessa travessia que teve desde resgate de helicóptero até orelha cortada ao meio. Sem exageros, um excursionista na descida para o Vale das Antas escorregou e caiu "de orelha" em cima de um bambú cortado, sua orelha foi fatiada ao meio e quando nós estávamos acampados nas Antas ouvimos o estardalhaço do helicóptero que resgatou uma moça com hipotermia entre o nevoeiro que cobria o morro da Luva. Essa ficou para a história, confira o vídeo compacto dessa caminhada.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

"Trabalho duro" no Aconcágua.

Nosso camarada Miltão (guia de montanha profissional) em "missão" no monte Aconcágua nos enviou algumas fotos de sua última guiada no topo da América Latina. Êta trabalhinho bom esse...


















Carnaval, escalando na chuva...

Neste último dia 03/02 (domingo de carnaval) o dia amanheceu com núvens carregadas, mas mesmo assim fomos dar uma brincada lá na Pedra Bela, interior de São Paulo, próximo de Bragança Paulista, só pra descontrair. É um campo escola com vias esportivas curtas de nível fácil e médio. Segue algumas fotos.








sábado, 2 de fevereiro de 2008

Trekking na Serra do Lopo.

Volta e meia temos que levar as nossas patrôas para montanha, senão o pau come! Então, no domingo passado fomos dar uma caminhada lá em Extrema, MG, na Serra do Lopo, um lugar muito bonito e que inclusive possui algumas vias de escalada (...pra próxima!). Confiram o vídeo: